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terça-feira, 6 de setembro de 2016

O milagre da multiplicação - Teatro com fantoches

5 + 2 = 7 (Jo 6:1-15) - O milagre da multiplicação

Fantoches-A multiplicação


Amiguinho, hoje Jesus nos fala sobre a multiplicação dos pães.

Aquele povo que seguia Jesus estava com muita fome, pois já havia passada a hora de comer.
Mas mesmo assim não iam embora, com medo de não encontrar mais com Jesus.
Fantoche B: E ficaram todos ali? Com fome?
Fantoche A: É ficaram! Tinha que aparecer alguém! Mas tinha só um cesto com cinco pães e dois peixes. Para dividir com mais de cinco mil pessoas!
Fantoche B: Puxa! Acho que sei como Jesus repartiu?
Fantoche A: Como?
Fantoche B: Ué! Eles ficaram brincando de: dois ou um... Já! Aí quem ganhou ficou com o cesto! Estou certo?
Fantoche A: Mas é claro que não! Onde já se viu, e mesmo se eles ficassem brincando de dois ou um, até sair o vencedor eles morreriam de fome!
Fantoche B: Mas... Mas como foi então?
Fantoche A: Jesus pegou o cesto, orou agradecendo ao Papai do Céu pelo alimento e mandou que seus discípulos distribuíssem para as pessoas.
Fantoche B: Como? Se havia só sete coisas para comer? Só dava para sete pessoas? Cinco comeriam pão e duas peixe, estou certo?
Fantoche A: Certo na conta, mas errado na comida!
Fantoche B: Como assim?
Fantoche A: Os pães e os peixes haviam se multiplicado! Todos comeram o quanto queriam, pois tinha alimento de sobra! E ainda assim sobraram doze cestos cheios!
Fantoche B: Ai amigo! Você falou tanto em pão e peixe que me deu fome! Já sei! O que Jesus quer nos dizer na palavra de hoje!
Fantoche A: O que?
Fantoche B: Que devemos comer de tudo: pão, peixe, feijão, o cesto!
Fantoche A: Que isso! Cesto não é de comer! Temos sim que comer toda a comidinha que a mamãe prepara, mas não é só desta fome que Jesus está falando! Jesus deu pão para aquele povo que tinha fome, mas hoje tem pessoas não só com fome de comida!
Fantoche B: De que então?
Fantoche A: Hoje as pessoas têm fome de Deus!
Fantoche B: Que falta de respeito! Deus é o nosso Criador, não é de comer não! Que horror!
Fantoche A: Eu mereço! Quando eu falei de fome de Deus é que existem pessoas que não vem na igreja, não recebem Jesus, não oram, são tristes ou vivem emburradas e carrancudas e nem sabem o porque! Elas não tem Salvação.
Fantoche B: Mas como pode né! Não saber o porque andam tristes! Mas me diga uma coisa: Porque as pessoas andam tristes hein?
Fantoche A: Porque... Porque não tem Jesus no coração né? Jesus não é nossa alegria? Se não procuramos sempre nos alimentar da palavra de Deus e de oração, não alimentamos a nossa alma com coisas boas, ficamos assim tristes!
Fantoche B: Ah! Agora entendi! Hoje ele nos diz que precisamos alimentar nossa alma. E também ajudar quem tem fome da palavra de Deus.
Fantoche A: Isso aí!
Fantoche B: Mas... Como eu faço isso? Como eu vou alimentar quem tem fome e sede da palavra de Deus?
Fantoche B: Ah! Eu acho que já sei! Para alimentar quem tem fome da palavra de Deus, eu faço uma sopa de Bíblia! Vai ficar uma delícia, mas sem cebola é claro! Eu não gosto de cebola!
Fantoche A: Preste atenção! Jesus deu de comer à multidão, para que eles entendessem que ele tinha outro alimento muito melhor para dar as pessoas.
Fantoche B: Era melhor que os peixinhos e o pão? Já sei era sorvete! Depois se todos comessem tudo direitinho iriam ganhar sorvete, não é?
Fantoche A: Não! Não confunde as coisas! O alimento melhor que Jesus tinha para dar era a palavra de Deus. E hoje Jesus nos chama a ser novamente como seus discípulos; que serviram o povo com o alimento do cesto. Mas hoje Jesus nos pede para servir não só dando comida para quem tem fome, mas que nós saibamos distribuir o pão da justiça, da bondade, da paz, do amor... A todos.
Fantoche B: Ah! Agora entendi: Jesus pede para nós falarmos de sua palavra para aqueles que não entendem e precisam conhecer a Deus! Vou agora mesmo na rua de casa falar de Jesus para o Luizinho, sabe ele não vem à igreja! E estava bem tristinho nestes dias.
Fantoche A: Hei! Espere por mim!
 


Fonte Web: Monte Sião

NÃO HÁ AMOR MAIOR - Teatro com Fantoches

NÃO HÁ AMOR MAIOR


Teatro com fantoches

Preconceito e racismo são expostos e combatidos ao mesmo tempo que é falado do evangelho.
Zeca é branquelo, Zico é preto.
Zeca que evitar chegar perto do Zico, Maria intervem...
Deus ama tanto um quanto o outro...

ZICO: Oi, Maria! Olha só a bola novinha que eu ganhei! Vocês,não querem jogar um pouquinho?
ZECA: Xi! Ficou tudo escuro por aqui! Sai pra lá com essa bola, seu carvão. Ninguém quer brincar, não.
MARIA: Zeca, não precisa falar assim com ele. Você é tão mau! O Ziquinho é meu amigo.
ZECA: Eu falo mesmo, eu não gosto de menino preto!
MARIA: Não liga não, Ziquinho!
ZICO: Eu não ligo não, eu sou pretinho mesmo. Ainda mais preto é o coração dele.
MARIA: Quero saber o que o Ziquinho fez com você.
ZECA: Não fez nada, mas eu não gosto dele. Vamos brincar, Maria?
MARIA: Zeca, eu não vou brincar com você! Vou brincar com o Ziquinho, tchau!
(ZICO E MARIA SAEM DE CENA, E ZECA FALA SOZINHO)
ZECA: Maria, volta aqui! O meu carrinho é mais bonito, vamos brincar!
(ZECA SAI DE CENA, ENTRAM ZICO E MARIA)
ZICO: Pôxa, Maria, você é muito bacana. Você sabe ser amiga de verdade.
MARIA: O Zeca precisa aprender a amar as pessoas como elas são. Você não ficou zangado não né?
ZICO: Não. Eu sei que Deus me ama assim como eu sou. Se ele quisesse, poderia me fazer diferente, mas ele achou que eu iria ficar lindinho assim, queimadinho
MARIA: É mesmo! Sabe, o importante não é a cor, mas o coração. As pessoas precisam ter um coração bom.
ZICO: Vamos brincar?
MARIA: Vamos! Que bola bonita heim! (saem de cena, entra o Zeca)
ZECA: Maria, Mariaaaaaaaa!
MARIA: oi, Zeca! É você que está me chamando?
ZECA: Puxa Maria! Você não quis brincar comigo?
MARIA: Olha aqui, Zeca, eu não gostei nada do que você falou do meu amigo Ziquinho. Quero lhe dizer que você precisa amar as pessoas do jeito que elas são.
ZECA: Eu amo! Só que eu não gosto de pretinho.
MARIA: Amar é amar a todos! E você já pensou se fosse você que estivesse no lugar dele e não gostassem de você? Como se sentiria?
ZECA: Não quero pensar nisso agora.
MARIA: Você precisa pensar, sim. Se você não quiser ser amigo dele, eu não serei sua amiga. Zeca, foi Deus quem fez todas as coisas. Ele fez você brancão porque achou que você fica mais bonito assim. Fez o Ziquinho pretinho, porque achou mais bonitinho. Deus não faz distinção entre as pessoas. Ele ama a todos de uma maneira especial. Não existe maior amor. Zeca,sabe de uma coisa...
ZECA: o que Maria?
MARIA: No céu só tem uma porta para entrar.
ZECA: Uma porta?
MARIA: E, uma porta. E já pensou quando você for entrar naquela porta e não quiser ver o Ziquinho? Você não vai entrar, porque ele estará lá dentro! Então, vai ficar do lado de fora?!
ZECA: É, eu não tinha pensado nisso.
MARIA: Não há maior amor que o de Deus por nós. Mas, Zeca, você precisa pedir perdão ao Ziquinho e a Deus. O Senhor o ensinará a amar o próximo, porque aquele que não ama não conhece a Deus. Deus é amor: E o seu coração precisa ficar  branquinho, sem pecado.
ZECA: Que grande amor Deus tem por nós Maria!
MARIA: E não há maior amor que o dEle, a ponto de dar o seu único filho, Jesus, para morrer por nós na cruz e nos salvar. Ele não morreu só por mim, mas por todos.
ZECA: Aí vem o Ziquinho.
MARIA: Olha lá, Zeca! Só quero ver!
ZECA: Tá bom, Maria! Eu agora entendi e acho que você tem razão. Eu preciso amar o Ziquinho, senão o meu coração estará cheio de pecados e não poderei ir para ,o céu.
ZICO: Oi Maria! Tudo bem por ai?
MARIA: Tudo, Ziquinho! O Zeca quer falar com você.
ZICO: Esse branquelo quer falar o quê comigo? Ele quer me ofender?
MARIA: Calma, Ziquinho, ele quer lhe pedir desculpas.
ZICO: Pedir o que? Desculpas?
ZECA: É, desculpas! Eu preciso aprender a amar as pessoas, mas nao me chama de branquelo que eu não gosto.
MARIA: Viu, Zeca, assim como não é bom que as pessoas caçoem de nós, não devemos caçoar de ninguém. Ser negro não édefeito!
ZICO: Zeca, eu já te perdoei. Desculpe-me também por te chamar de branquelo.
ZECA: Ah! Ah! Ah! Zico, eu tão feio que sou e tenho uma pessoa que me ama assim como sou, mesmo chamando as pessoas de feias, sem olhar os meus defeitos...
ZICO: Ainda bem que temos alguém que nos ama muito, não é?
MARIA: Não há maior amor.
Música:
 

DEUS TE AMA E EU TE AMO
D             G              D             A
Deus te ama e eu te amo, e assim devemos viver.
D             G            D     A        D
Deus te ama e eu te amo, vivamos sempre assim.

EU TENHO UM AMIGO QUE ME AMA
   E                     B7      E
Eu tenho um amigo que me ama, me ama, me ama,
                                  B7       E
Eu tenho um amigo que me ama, seu nome é Jesus.
     A      E        B7       E
/: Jesus! Jesus, Seu nome é Jesus: /

ZEZÉ E EMÍLIA EM: DESOBEDIÊNCIA

Teatro com Fantoches: Desobediência

Fantoche cristão para crianças

Zezé : Emília ! Sabe o que eu comi ? Um picolé ! Bem geladinho !
Emília : Hum, que gostoso. Eu também estou com vontade !
Zezé : Mas já acabou ! A mamãe disser que era para comer só amanhã, mas eu estava com tanto apetite !
Emília : Zezé ! Você desobedeceu sua mãe ! Porque ela queria que você comesse só amanha o picolé ?
Zezé : É porque eu estava com dor de garganta, mas eu já estou bonzinho, Emília, e não ia esperar até amanhã !
Emília : Zezé, Zezé ! As ordens do papai e da mamãe são para o nosso bem! Você sabia que desobedecer é pecado ?
Zezé : Eh ! Claro! É ! mais foi só um picolezinho....
Emília : Adão e Eva também comeram só um pouquinho da fruta do conhecimento do bem e do mal, desobedecendo a Deus e trazendo o pecado ao mundo
Zezé : Eles podiam comer de todas as frutas, menos da árvore do bem e do mal, né, Emília ?
Emília : Pois é ! Você também podia comer todas as comidinhas gostosas que sua mãe faz, menos o picolé que deveria ser pra amanhã   !
Zezé : Ah! Emília ! Minha garganta esta voltando a doer ! Ai ! Ai ! Porque eu fui comer aquele picolé ?
Emília : Estão vendo, crianças ? Desobedecer é um pecado.
Deus e os nossos pais querem só o nosso bem, e quando desobedecemos, temos que sofrer as consequências. Olhe só o Zezé, a sua dor de garganta voltou !
Zezé : Ai! Ai! Vou voltar para casa, Emília e pedir perdão para minha mãe pela desobediência. Tchau !
Emília : Este Zezé ... Crianças, vocês aprenderam que a desobediência é pecado ? (Deixar as crianças responder) Eu vou até a casa do Zezé, ajudá-lo. Tchau !

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Teatro com Fantoches - Achei a Felicidade



Achei a Felicidade

Teatro de fantoches - Achei a felicidade

BETO: Olá, Margarida! Não tenho visto você. 
MARGARIDA: Estava de castigo, não pude sair. 
BETO: De castigo? O que você andou aprontando Margarida? 
MARGARIDA: Eu não estudei para a prova e as minhas notas não foram boas. 
BETO: E quanto você tirou? 
MARGARIDA: Dez, sem o um na frente 
BETO: Dez?! Sem o um na frente? Então você tirou zero? 
MARGARIDA: Fala baixo, ninguém precisa saber. 
BETO: Margarida, seu pai tem razão. Você precisa estudar mais e brincar menos, senão vai ser pior. Voce não vai passar de ano. Cuidado, Margarida! 
MARGARIDA: É, eu já pensei nisso e me arrependi de não ter estudado. 
BETO: Margarida! 
MARGARIDA: O que é, Beto? 
BETO: Você viu? 
MARGARIDA: Você viu o quê, Beto? O quê? Fala logo! 
BETO: Você viu o circo que chegou na cidade? 
MARGARIDA: Eu não, mas escutei um barulho de bandas tocando. 
BETO: Foi o circo que chegou na cidade. 
MARGARIDA: Beto, escuta só! Você está escutando alguém chorando? (ALGUÉM CHORA POR TRÁS DO CENÁRIO) 
BETO: Estou, de onde vem este choro? Vamos ver? (BETO E MARGARIDA SE ABAIXAM, SAEM RAPIDAMENTE E ENTRA O PALHAÇO CHORANDO) 
PALHAÇO: Buá! Buá! Buá! (BETO E MARGARIDA FALAM JUNTOS: “UM PALHAÇO CHORANDO!”) 
BETO: Oh, seu palhaço! Por que você está chorando? 
MARGARIDA: Eu achava que palhaço não chorava, só fazia palhaçadas. 
BETO: O que houve? 
MARGARIDA: É, vamos! Fale, o que houve? Qual é o seu nome? 
PALHAÇO: Sabe o que é… eu consigo fazer todo mundo feliz, mas eu sou tão triste. Atrás desta máscara. eu escondo a minha Infelicidade. 
MARGARIDA: Acalme-se seu, seu.. 
PALHAÇO: Paçoca. meu nome é Paçoca, Todos me chamam assim. 
MARGARIDA: Acalme-se, Paçoca, nós estamos aqui e queremos ajudá-Io. 
BETO: Qual é o seu problema? 
PAÇOCA: Ninguém pode me ajudar, eu fui ao medico e ele me deu um bocado de remédios e não resolveu meu problema. Procurei um amigo, e todos estavam ocupados. Ninguém pode me ajudar! 
BETO: Por que você está doente? 
PAÇOCA: Não, não estou, tenho muita saúde 
MARGARIDA: Está precisando de dinheiro? 
PALHAÇO: Não, eu sou muito rico. 
BETO: Já sei é advogado! 
PAÇOCA: Não. Eu quero alegria e ninguém pode me dar nem ajudar. Se pelo menos eu pudesse comprar, mas nem isso posso. 
BETO E MARGARIDA: Ah! Então é fácil 
PAÇOCA: Fácil, como fácil? Vocês sabem de alguma solução? 
BETO: Puxa, eu estava pensando que fosse um problema grave. 
PAÇOCA: É grave, pois faço as pessoas sorrirem, se divertirem e no entanto, por trás da minha máscara, sou tão infeliz. 
BETO: É fácil, Paçoca, você só precisa conhecer uma pessoa muito especial que se chama Jesus. 
PAÇOCA: Jesus! 
MARGARIDA: É, Jesus! Ele é o Príncipe da Paz, é a alegria que você tanto procura. Ele é o nosso Salvador! Vou cantar uma música para você. Escuta só, Beto, Vamos cantar aquele carinho que fala assim. 
Cristo é realidade Cristo é realidade Ele não é sonho “: Ele é real 
Ele é a paz, a alegria, 
O amor, Ele é a vitória (bis) Estou falando de Jesus Cristo
PAÇOCA: Que lindo! E isso que eu preciso! Como posso vê-lo? Como posso falar com Ele? 
BETO: Agora você não pode ver, porque Ele é Espírito, “. mas voce pode falar com Ele, pois nos ouve, e tudo pode fazer por você. 
MARGARIDA: A Palavra de Deus fala assim em João .14.1: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus”, .e em João 14.14 nos diz: “Se pedirdes alguma coisa .em meu nome eu o farei”. 
BETO: Sabe, Paçoca, Ele é como o vento. A gente não pode ver o vento, mas pode sentir. 
MARGARIDA: Quando deixamos Jesus tomar conta de nossas vidas, Ele cuida de nós, nos livra do perigo e nos dá a paz que tanto precisamos. 
BETO: Paçoca faz uma experiência com Jesus. Passe a conversar com Ele e fale pra Jesus onde é a sua dor. Ele é o Médico dos médicos, o nosso advogado e o nosso melhor amigo. Nunca nos desampara e nunca está ocupado. 
MARGARIDA: Jesus ama você, Paçoca, e quer lhe dar a paz que tanto precisa. Deixa Ele tomar conta de você? 
PAÇOCA: Eu deixo, eu deixo! 
BETO: Então, abaixe sua cabeça, peça perdão por seus pecados e que Jesus tome conta de você. 
PAÇOCA: Tá bom! (OS TRÊS ABAIXAM A CABEÇA E FAZEM DE CONTA QUE ORAM) 
PAÇOCA: Puxa! Estou me sentindo bem, parece que alguma coisa me modificou. Estou sentindo uma paz… Estou alegre. 
BETO: Que bom! Você encontrou a felicidade. 
MARGARIDA: Paçoca, vou lhe dar esta Bíblia. Ela vai ensinar a você como chegar ao céu e ver Jesus face a face. 
BETO: Leia com atenção, pois aí tem resposta para tudo que você quiser. 
PAÇOCA: Obrigado, meus amigos! Eu encontrei a felicidade que tanto precisava. Vou ler a Bíblia agora mesmo. Tchau! Até breve! 
Margarida e Beto cantam:
A alegria está no coração, De quem já conhece a Jesus 
A verdadeira paz só tem aquele Que já conhece a Jesus 
O sentimento mais precioso Que vem do nosso Senhor É o amor que só tem 
Quem já conhece a Jesus

Fonte: http://estudoscristaos.com/

Teatro com Fantoches - Mentira

MENTIRA TEM PERNA CURTA

Mentira-teatro de fantoches

(Cláudia entra cantando)
CLÁUDIA:  Eu ganhei uma boneca. Que boneca linda! O nome dela é Belinha Ela é muito, ela é muito engraçadinha, ah!
BETO:  Oi, como você está alegre, Claudinha! Que boneca linda!
CLÁUDIA:  Eu ganhei hoje de presente de aniversário.
BETO:  Você faz aniversário hoje?
CLÁUDIA:  Não! Foi ontem.
BETO:  Puxa, que legal! Parabéns! Teve festa no seu aniversário?
CLÁUDIA:  Não. Meus pais não puderam fazer festa, mas estou feliz, porque eles me deram esta bonequinha.
BETO:  É bonita!
PITUCA:  Oi, Claudinha!
CLÁUDIA:  Oi, Pituca!
PITUCA:  Que boneca bonita, Claudinha!
CLÁUDIA:  Ganhei de aniversário.
PITUCA:  Parabéns! Eu queria ganhar uma boneca assim. Trouxe uma corda para a gente pular. Vamos brincar!
(Saem de cena para brincar)
NARRADOR:  E assim saíram para brincar de corda. Claudinha deixou sua bonequinha um pouquinho enquanto brincava com seus amigos. Pituca, vendo que Claudinha se distraíra, foi logo ao encontro da boneca, não resistindo em levá-la para casa, escondido de sua amiga. As horas se passaram, quando já cansados resolveram parar e ir embora. Então...
(Claudinha e Betinho entram procurando a boneca)
CLÁUDIA:  Betinho, cadê a Belinha? A minha bonequinha não está mais aqui!
BETO:  Você tem certeza que deixou aqui?
CLÁUDIA:  Claro, não se lembra? Antes da gente brincar.
BETO:  Deve ter caído.
CLÁUDIA:  Não, ela sumiu. Buá! Buá! Buá!
(Fala chorando)
PITUCA:  O que houve Claudinha? O que está acontecendo?
CLÁUDIA:  Você não viu a minha boneca?
PITUCA:  Eeeuuuuu, eu não Nem peguei!
CLÁUDIA:  Minha mãe vai ficar zangada comigo.
BETO:  Que pena! Mas quem será que pegou? Quem será esse ladrão?!
PITUCA:  Tchau, hein, crianças! Já está tarde, minha mãe está me chamando.
BETO:  Eu também já vou.
CLÁUDIA:  Minha mãe vai me bater.
NARRADOR:  Pituca, muito sem graça, sai apressada. Pudera, ela havia pego escondido a boneca de sua amiga... No dia seguinte... Acordou bem cedinho, pegou logo a bonequinha para brincar e correu para o quintal, onde seus pais não iriam vê-la com uma boneca que não era sua. Betinho resolveu ir à casa da Pituca levar a corda e convidá-la para brincar. A mãe de Pituca mandou que ele entrasse e fosse até o quintal, pois ela já estava brincando lá.
(Entra Pituca brincando com a boneca e cantando)
PITUCA:  Lá, lá, lã, eu agora também tenho uma bonequinha.
BETO:  Oi, Pituca!
(Pituca fica surpresa...)
PITUCA:  Oooi! Bebetinho, você aqui?
BETO:  Pituca! Então foi... foi você quem roubou a boneca da Claudinha!
PITUCA:  Ai, não fale assim Betinho, você é meu amigo, não é? Não fale nada a Claudinha, ta!
BETO:  O quê? Além de fazer uma coisa errada, você quer que eu fique quieto e não fale nada para ela? Você quer esconder esta coisa feia que você fez?
PITUCA:  A boneca é tão linda! Eu não tenho uma boneca, por isso quis ficar com ela.
BETO:  Esta boneca não lhe pertence, e as coisas não são assim. Você não tem uma agora, mas poderá ter. Roubar é pecado. Já pensou se você for presa?
PITUCA:  Presa? Eu? Deus me livre!
BETO:  Mentira tem perna curta! Os olhos de Deus estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons. Deus viu o que você fez e está muito triste.
PITUCA:  Puxa, eu não quero que Jesus fique triste. Ele não merece. Não tinha culpa nenhum e morreu por mim na cruz, só para me salvar.
BETO:  E agora você está jogando a sua salvação fora, porque Jesus não gosta do pecado. E, se você não se arrepender e pedir perdão a Deus, continuará com esse pecado.
PITUCA:  Eu estou arrependida. Preciso pedir perdão a Deus e a Claudinha. É, mentira tem perna curta! Mas estou com vergonha, Betinho.
BETO:  Vamos lá! Eu te ajudo, eu vou com você. É melhor você confessar o seu erro. Como você viverá com esse pecado?
PITUCA:  Ta bom, vamos!
(Saem de cena)
NARRADOR:  Pituca, muito triste e envergonhada, decide ir logo à casa de Claudinha devolver a boneca, junto com seu amigo Beto.
(Betinho e Pituca entram em cena e se encontram com Cláudia na casa dela)
CLÁUDIA:  OLÁ! Não posso sair, estou de castigo porque perdi a Belinha.
PITUCA:  Buá! Buá! Buá! Eu vim aqui por causa disso.
CLÁUDIA:  O que houve?
PITUCA:  Fui eu que peguei a bonequinha escondida.
CLÁUDIA:  Ora, então foi você?!
PITUCA:  Sim, perdoa-me Eu queria uma boneca. Não tenho nenhuma, por isso fiquei encantada com a sua e a levei para casa. Mas a mentira tem perna curta! Betinho chegou lá e me pegou no flagra. Eu me arrependi. Não quero perder a minha salvação. Pequei contra Deus e quero pedir perdão a você.
CLÁUDIA:  Ai! Que bom que a minha boneca apareceu! Não fique triste, Pituca, eu te perdoo, mas não faça mais isso. Quando você quiser um pouquinho, eu te empresto.
BETO:  Viu, Pituca, agora Jesus está feliz. Que bom! Não se esqueça de que os olhos do Senhor estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons.
CLÁUDIA:  Entrem! Vamos!
NARRADOR:  E assim aprendemos que a mentira tem perna curta e que não podemos esconder nada, pois Deus tudo vê. Pituca se arrependeu e Claudinha fez uma surpresa para PITUCA:  pediu a seus pais para comprarem uma boneca para ela no dia do seu aniversário. Ela ficou muito feliz! Como Jesus é bom!
Fonte: Web

Teatro com Fantoches - Perdão

Perdão


INÍCIO: MAGA JÁ ESTÁ EM CENA
MARIA LINGUARUDA:  Maga! Maga!
MAGA:  Oi Maria Linguaruda!
MARIA LINGUARUDA:   Que bom que encontrei você! Sabe pra quê?
MAGA:  Pra quê?
MARIA LINGUARUDA:   Porque estou morrendo de vontade de brincar! E não tenho amiguinho!
MAGA:  Então vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Ah, que bom, Maga!
MAGA:  Vamos convidar o Zé para brincar com a gente?
MARIA LINGUARUDA:   Isso! Vamos chamá-lo!
MAGA:  Sim!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:  Zé, Zé, Zé…
ZÉ:   Opa! Tô chegando meninas!
MARIA LINGUARUDA:   Oi Zé!
ZÉ:   O que vocês querem?
MAGA:  Vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Isso mesmo!
ZÉ:   Joia! Vou  brincar! Hoje eu to animado!
MAGA:  Que bom!
ZÉ:   Que tal a gente chamar o Gugu também?
MARIA LINGUARUDA:   Joia, ele vai ficar feliz!
TODOS:  Gugu, Gugu!
GUGU:  Eu não vou!
MAGA:  Não vem? Mas por quê?
GUGU:  Eu não vou não!
MARIA LINGUARUDA:   Mas porque Gugu? Vem aqui, nós queremos brincar com você!
GUGU:  Eu já falei que não vou!
ZÉ:   Ei cara, o que foi? Que bicho te mordeu, hein? Vem cara!
MAGA:  Mas porque você  não quer vir?
GUGU:  Eu to com vergonha!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:    Vergonha?
ZÉ:   Ué! Ele nunca foi envergonhado! Pelo contrário, ele é sem vergonha! Né meninas?
MAGA:  Oh Gugu! Vem cá!
MARIA LINGUARUDA:   Vem Gugu!
ZÉ:   Vem logo cara, se não eu vou te buscar aí embaixo!
GUGU:  Não, não precisa! Eu já vou! (aparece com o nariz coberto de esparadrapo)
MAGA:  Shi! O que foi que aconteceu com o seu nariz Gugu?
GUGU:  (chorando) Eu vou dizer o que aconteceu com o meu nariz, snif, snif. Sabe o que foi?
TODOS:  o quê?
GUGU:  Eu tava lá na escada, lendo um livrinho, aí, passou a Maria Linguaruda e “thcum”, pisou em cima do meu nariz!
MAGA e ZÉ:   Em cima do nariz?
MARIA LINGUARUDA:   Mas foi sem querer, Gugu!
GUGU:  E depois ela veio pedir perdão e eu já falei que não perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Eu já disse que foi sem querer!
GUGU:  Mas eu não perdoo.
ZÉ:   Calma gente!
MAGA:  Gugu, que feio! Você não quer perdoar mesmo?
GUGU:  Não! Já decidi! Não perdoo.
MAGA:  Gugu! Você Sabe o que a Bíblia diz sobre o perdão?
GUGU:  A Bíblia? Ele diz alguma coisa é?
MAGA:  Claro! A Bíblia diz quantas vezes nós devemos perdoar o próximo.
GUGU:  É mesmo?
ZÉ:   É mesmo cara! E sabe quanto é?
GUGU:  Na, na, não!
ZÉ:   É 70 vezes 7.
GUGU:  O quê?
ZÉ:   É 70 vezes 7.
MAGA:  É isso mesmo Gugu!
GUGU:  Oh! Você já imaginou o tamanho do meu nariz, se ela pisasse tantas vezes em cima dele?
MARIA LINGUARUDA:   Ah! Mas eu não ia pisar em cima dele!
GUGU:  Não perdoo, não perdoo.
MAGA:  Gugu, você sabe fazer a oração do Pai Nosso?
GUGU:  A oração do Pai Nosso?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Sei, sei sim!
MAGA:  Então faça uma vez!
GUGU:  Fazer agora?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Zé, se eu me engasgar um pouquinho, você me ajuda?
ZÉ:   Ei cara, você não sabe?
GUGU:  Chi… (Fala baixo, risadas). É que eu engasgo de vez em quando.
ZÉ:   Tá legal! Pode mandar que eu ajudo!
GUGU:  Então vamos lá! “Pai nosso… como no céu, é, é.
ZÉ:   O pão nosso de cara!
GUGU:  O pão nosso… Hoje, e, ah! Esqueci! Essa parte eu esqueci!
MAGA:  Mas essa é a parte mais importante!
GUGU:  Engraçado! Bem nessa parte eu vou esquecer (risadas envergonhadas).
ZÉ:   Mas eu não esqueci, e vou te ajudar! Perdoai…
GUGU:  Perdoai as nossas… Assim como perdoamos, churum, churum (fala rápido)
MARIA LINGUARUDA:   Nossa! Eu não entendi nada!
ZÉ:   Você parecia uma metralhadora, cara!
MAGA:  Oh, Gugu! Você tem que falar devagar.
GUGU:  Tá legal. Perdoai… Assim, churum, churum…
MAGA:  Gugu! Assim não vai dar! Pois você mesmo tem que entender aquilo que está falando!
GUGU:  É mesmo?
MARIA LINGUARUDA:   É, pode falar, que essa parte é a mais importante.
GUGU:  É…, perdoai… (voz de choro) assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
MAGA:  Pois é Gugu, como você quer que Deus te perdoe se você não perdoa a Maria Linguaruda? Deus está pronto para te perdoar!
GUGU:  Quer dizer que eu tenho que ir lá, dizer para ela que eu a perdoo?
ZÉ:   É claro, cara! Já ta demorando!
GUGU:  (Fala com Maria) Oi!
MARIA LINGUARUDA:   Oi
GUGU:  Eu queria falar com você!
MARIA LINGUARUDA:   É mesmo?
GUGU:  Não, dá eu não consigo!
ZÉ:   Vai lá cara, você não é homem?
GUGU:  Eu sou!
ZÉ:   Então cara, se você não vai com suas próprias forças, eu sei de alguém que pode te dar toda a força.
GUGU:  É? Quem?
ZÉ:   Esse alguém é Deus, e é só você pedir para ele, que ele te dá toda a força.
MAGA:  Isso Gugu, peça agora mesmo em oração!
GUGU:  Eu vou pedir agora mesmo! “Querido Jesus, eu quero pedir, que o Senhor me dê força para perdoar Maria Linguaruda, eu não estou conseguindo. Me ajude, amém”.
TODOS:  Amém
(Gugu se aproxima de Maria Linguaruda)
GUGU:  Maria!
MARIA LINGUARUDA:   Oi!
GUGU:  Eu te perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Mesmo?
GUGU:  Mesmo, mesmo, mesmo!
MARIA LINGUARUDA:   Ai que bom! (eles se abraçam)
GUGU:  Como é bom saber perdoar!
ZÉ:   É isso aí rapaz, parabéns!!!!
GUGU:  É, Deus me ajudou.
MAGA:  É muito importante a gente pedir perdão, mas é mais importante perdoar. Sabe, perdoar é esquecer e não olhar para trás, aquilo faz parte do passado agora.
MARIA LINGUARUDA:   E como a gente se sente feliz agora, né Gugu?
GUGU:  É verdade.
ZÉ:   Ei criançada, vamos cantar uma música?
MAGA:  Aquela música que diz: A melhor oração é o perdão.
“A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO (BIS)
SE TU PODES PERDOAR
TU PRECISAS ORAR
A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO”.
Obs.: Pode substituir por uma música de perdão já conhecida.
Fonte WEB

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Teatro com Fantoches - Obediência

A HISTÓRIA DA OBEDIÊNCIA



teatro de fantoches-Samuel
Versão para impressão

Peça que pode ser apresentada com fantoches...
Narrador e Samuel falam sobre obediência

NARRADOR: Olá, crianças!!! Prestem muita atenção porque hoje vamos falar sobre obediência. E para isso vamos conversar com algumas pessoas que vieram para me ajudar a contar a história.

SAMUEL: (o narrador leva um susto) Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: Puxa! Que susto você me deu!
SAMUEL: Ah, desculpa, (tia Jeanne). Eu não queria assustar você!
NARRADOR: Tudo bem, já passou. Mas... quem é mesmo você?
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, não tá me reconhecendo, eu sou o Samuel. O Filho de Ana e Elcana! Lembrou?
NARRADOR: Ah... sim! Samuel, tô lembrada sim! Tudo bem com você Samuel?
SAMUEL: Tudo maneiro, tia Jeanne.
NARRADOR: Bem, Samuel, agora você pode falar novamente com as crianças!
SAMUEL: Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: (leve as crianças a responder a saudação do fantoche)
SAMUEL: Quanta criança bonita, hein tia Jeanne?
NARRADOR: É verdade, Samuel, essa crianças são bonitas e também abençoadas!
SAMUEL: Que bênção, hein!
NARRADOR: Samuel, me diga uma coisa.
SAMUEL: O que é, tia Jeanne?
NARRADOR: Samuel, sabe que um dia eu li a sua história na bíblia?
SAMUEL: É mesmo, tia Jeanne! A minha história tá na bíblia sim. Mas o que foi que você leu sobre mim, tia Jeanne?
NARRADOR: Ah... eu li uma coisa muito interessante. Eu li que seu pai e sua mãe queriam muito ter um bebê e que oraram muito a Deus pra você nascer, é verdade, Samuel?
SAMUEL: É verdade sim! É verdade sim! Minha mãe orou e disse que se Deus lhe desse um filho, ela o consagraria e o entregaria no altar de Deus.
NARRADOR: Ah, então sua mãe orou ao Senhor porque ela queria ficar grávida? (chegando mais perto de Samuel) E Deus ouviu a oração dela?
SAMUEL: É claro, né tia Jeanne. Olha eu aqui!
NARRADOR: Ah... (ops), é claro! É mesmo, você está aí!!! Você é a prova de que Deus ouviu a oração de Ana.
SAMUEL: (balança a cabeça várias vezes pra concordar)
NARRADOR: E porque Deus respondeu a oração de sua mãe, ela cumpriu o voto que fez, não é isso, Samuel?
SAMUEL: É isso mesmo, tia Jeanne. E o voto era que ela me deixaria no templo pra ficar junto do sacerdote Eli para aprender mais sobre Deus.
NARRADOR: É mesmo (pausadamente), Samuel?
SAMUEL: Isso, isso, isso!
NARRADOR: E... Samuel... (pausa com possível desconfiança).... Me diga uma coisa aqui. (chega bem perto do Samuel)
SAMUEL: (Se inclina para o narrador)
NARRADOR: Quando sua mãe disse que você tinha que ficar lá com o sacerdote Eli... você ... você, assim... você...
SAMUEL: Pode falar tia Jeanne!
NARRADOR: Você obedeceu?
SAMUEL: Sabe tia Jeanne, eu decidi uma coisa na minha vida.
NARRADOR: E o que foi que você decidiu, Samuel?
SAMUEL: Eu decidi que quero ser sempre obediente.
NARRADOR: É mesmo, Samuel? Mas isso é uma coisa muito boa!!! Parabéns, viu!!!???
SAMUEL: O... tia Jeanne.
NARRADOR: O que foi, Samuel?
SAMUEL: Será... que essas crianças que estão aqui são todas obedientes?
NARRADOR: Eu não sei, não. Mas... pergunte pra elas, ué!
SAMUEL: Posso perguntar, tia Jeanne?
NARRADOR: Pode sim Samuel.
SAMUEL: Crianças, vocês são obedientes? (pausa) Quem é criança obediente aqui levanta a mão!
NARRADOR: Olha, Samuel, viu quanta criança aqui é obediente?
SAMUEL: Vi sim, tia Jeanne. Isso é muito bom.
SAMUEL: Mas tia Jeanne, eu conheci filhos desobedientes.
NARRADOR: É mesmo Samuel? E quem são esses filhos desobedientes?
SAMUEL: Ah, vou dizer o nome deles: é Hofni e Finéias.
NARRADOR: Ah... sei. Sei sobre eles.
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, conta para as crianças sobre eles, conta. Vou ali e já volto. Quando você terminar de contar eu volto, ta?!
NARRADOR: Tá bom, Samuel, eu vou contar.
SAMUEL: Fica balançando a cabeça de vez em quando para concordar com a história que está sendo narrada.
NARRADOR: Sabe crianças, existiram duas crianças na bíblia chamadas Hofni e Finéias. Como era o nome delas? ... ... Muito bem! Essas crianças não foram obedientes ao seu pai. Eles desobedeciam, eles faziam coisas erradas, eles falavam palavrões, ... E sabe o que aconteceu? Elas não viveram muito tempo.
SAMUEL: Que pena!!!
NARRADOR: É. Que pena mesmo, não é Samuel? Mas você sabe que eles morreram porque não foram obedientes? É isso mesmo. Quem não é obediente pode morrer cedo, sabia.
Mas ninguém precisa ficar preocupado, é só ser obediente, não é mesmo?!
NARRADOR: O nosso amigo aqui, o Samuel da bíblia, ele sempre foi obediente ao sacerdote Eli, aos seus pais e também a Deus. Não é Samuel?
SAMUEL: Só balança a cabeça confirmando.
NARRADOR: Então...
MÃE: (voz oculta) Samuel! Samuel!!
SAMUEL: Hi, tia Jeanne, preciso ir, minha mãe tá me chamando. E como eu sou obediente, eu vou rapidinho. Tchau criançada! Até a próxima!!!! FUI!!!
NARRADOR: Vamos dar tchau pro Samuel crianças? Tchau!!!!!!!!
NARRADOR: Viu pessoal como o Samuel é obediente? E por ser obediente, ele agradou muito ao Senhor!
NARRADOR: Não sejam como aqueles dois irmãos, Hofni e Finéias que foram desobedientes. Seja como Samuel.
Fonte WEB

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O Amor de Deus - Teatro com fantoches

Diálogo
Objetivo: Mostrar Deus como o criador de todas as coisas e o seu grande amor por nós.
Tema: A criação
Recursos Visuais: fantoches principais (Lalá e Joãozinho)
Cenário: caracterizado por uma paisagem contendo árvores, flores, o sol e um riacho.


INTRODUÇÃO: Conversa do Gabriel com o fantoche. O Gabriel sai e começa o dialogo dos fantoches.
Lalá: Que lindas flores! Que perfume bom! Olha o céu! Que lindo azul!
Joãozinho: (entra em cena, olhando para Lalá desconfiado.) Oi Lalá!
Lalá: Oi Joãozinho!
Joãozinho: Vejo que você está com muita alegria. Por que tanta alegria?
Lalá: Você não sabe? Olha que céu lindo! Olha lá o sol! Que calor gostoso ele nos dá. Tudo isso é tão belo que fico feliz!
Joãozinho: É mesmo! Tudo é tão bonito e maravilhoso! (pensativo) Engraçado! Quem será que fez tudo isto?
Lalá: É mesmo, hein?! Quem será? Deve ser alguém muito bonito, pois tudo aqui é perfumado, cheio de cores, não é?
Joãozinho: É verdade! Deve ser também um grande pintor. Olha como tudo é colorido! A árvore tão verdinha! O céu azul, azul!... E o arco-íris? Todo multicor. As nuvens branquinhas, muito branquinhas... Veja! O rio é clarinho...
Lalá: Sabe, Joãozinho, quem criou todas estas coisas, deve ter muito amor. Pois só quem tem muito amor pode fazer coisas assim tão lindas.
Joãozinho: É Lalá! O criador de tudo isto é alguém muito especial. Mas quem será ele? Olha, Lalá! Um passarinho!
Lalá: Vamos perguntar para ele quem criou tudo isto?
Joãozinho: Ah! Menina! Passarinho não fala!
Lalá: Olha lá atrás! Um coelhinho! Que coelhinho lindo gente!
Joãozinho: Lalá! Quem criou este coelhinho deve ter sido o mesmo inventor do céu, das flores, das árvores e tudo isto que está ao nosso redor.
Lalá: Eh!... Já temos uma pista!
Joãozinho: (pensativo) Quem será?
Lalá: Joãozinho! Vamos procurar mais pistas por aqui?
Joãozinho: Vamos! Procure por aqui eu procuro por lá! (movimentando-se) Veja, Lalá! Quantas carinhas diferentes por aqui! (olham para as crianças)
Lalá: Joãozinho! São crianças! Estão nos olhando enquanto apreciamos toda esta paisagem.
Joãozinho: Quem sabe elas são capazes de nos dar uma pista?
Lalá: Então, vamos perguntar! Oi, criançada! Vocês sabem quem criou as flores, o céu, o coelhinho, o passarinho e o riachinho? Vocês sabem?
(as crianças provavelmente responderão: “Foi Deus... foi Jesus...)
Joãozinho: Deus? Jesus?
Lalá: Ah! Jesus... Eu já ouvi falar dele. Lá em casa se a comida queima no fogão, minha mãe fala assim: “Ai, Jesus!”
Gabriel: Ei, pessoal, eu voltei! Do que vocês estão falando?
Joãozinho: Nós estamos querendo saber quem é Deus.
Gabriel: Vocês querem mesmo saber quem é Deus?
Lalá e Joãozinho: Queremos!
Gabriel: Deus é um ser que você pode crer, Ele mesmo quer se mostrar pra você.
Lalá: Tem um problema. Como você garante que Deus existe? Eu nunca vi a Deus... Como é que eu posso acreditar nele?
Gabriel: Escuta Lalá. Você já viu as árvores?
Lalá: Claro!
Gabriel: Então você já deve ter visto quando o vento balança as árvores, não é?
Joãozinho: É. O vento balança as árvores... eu já vi!!
Lalá: É, eu também já vi!
Gabriel: E vocês vêem o vento?
Joãozinho: É... não vejo, não.
Gabriel: Mas você sente quando o vento balança os seus cabelos, não é?
Lalá: Sinto sim! O vento atrapalha o meu cabelo!
Gabriel: Pois é! (conversando com as crianças) Vamos fazer um teste ? Todo mundo prendendo a respiração!
(todos deverão prender a respiração até não agüentar mais)
Joãozinho: Já sei! O ar que eu respiro, eu também não vejo, e nem por isso ele não existe!
Lalá: É mesmo. Nós também não podemos ver a Deus, mas sabemos que Ele existe porque sentimos o amor Dele por todos nós!
Gabriel: Eu tenho um presente aqui para vocês, que pode explicar um pouco melhor sobre Deus.
Lalá: O que é isto?
Joãozinho: Aqui está escrito que é a Bíblia.
Gabriel: A Bíblia é a palavra de Deus escrita! Aqui fala sobre o amor de Deus. (leitura da Bíblia: Genesis). Aqui está escrito sobre quão grande é o amor de Deus por ter criado todas as coisas e a nós.
Lalá: É preciso ter muito amor para criar todas estas coisas.
Joãozinho: E nós precisamos amar tudo o que Deus criou. As plantinhas, os animais, os coleguinhas.
Lalá: Agora preciso ir porque minha mãe está me chamando.
Joãozinho: Eu também.
Joãozinho e Lalá: Tchau crianças.
Gabriel: Ah, vamos cantar uma música que fala sobre o amor de Deus. 

Jesus deixou a sua glória (Crianças Diante do Trono).

  

Fonte: Cantinho dos professores-EBD

sábado, 21 de maio de 2011

Teatro de Fantoches Uma Grande Descoberta

 Lição: Para ensinar sobre o Pecado ou a criação
Personagens: Queco (menino), Miloca (menina), Zita (vovó)
Musica: Limpa o meu Coração oh Cristo.
Cenário: Criação

Teatro de Fantoches Uma Grande Descoberta


Queco: Ué, Miloca, quanta criança!
Miloca: É mesmo! Que lugar é este?
Queco: Eu acho que é....sabe Miloca, eu, as vezes, eu fico pensando, pensando....
Miloca: Pensando o que, Queco?
Queco: Pensando em quem fez a gente.
Miloca: É mesmo, Queco, quem será quem nos fez? Olha as flores, as arvores, como são lindas! Quem as poderia ter feito tão bonitas?
Queco: Veja as borboletas das mais lindas cores!
Miloca: Ali! Animais, burrinhos......
Queco: Eu acho que alguém pintou tudo isso!
Miloca: Oh! Queco! Deixa de ser bobo! Ninguém poderia pintar a natureza de forma tão real. Olhe ali as pessoas! Mesmo que cientistas pudessem fazer uma pessoa, não poderia dar a ela o fôlego de vida!
Queco: Fôlego de vida? O que é isso?
Miloca: É, eles não poderiam fazê – la respirar assim, olha: Inspira.....expira!
Queco: É mesmo! Quem colocou o ar dentro da gente?
Miloca: Vamos perguntar a vovó? Crianças, vamos chamar a vovó para nos ensinar? Vamos todos juntos a vovó Zita?
Queco: Vamos contar: um, dois, três, e dizer vovó Zita. (todos chamam juntos e a vovó entra)
Zita: Crianças, que barulheira é essa? Não precisavam gritar.
Miloca: Vovó Zita, nós estamos querendo saber uma coisa muito importante e muito seria.
Zita: Que coisa é essa crianças?
Miloca e Queco: Nós queremos saber quem fez todas as coisas!
Zita: Ora, que susto! Que bom que vocês estão se preocupando com isso agora. É sinal que está na hora de vocês conhecerem a verdade.
Queco e Miloca: A verdade????
Queco: Conta vovó! Conta!
Zita: Tenho aqui um livro muito importante. Esse livro tem resposta para todas as perguntas da vida e soluções para todos os problemas.
Miloca: Até para doença?
Zita: Sim, até para a doença!
Queco: Que livro é esse vovó?
Zita: Esse livro chama – se bíblia. Quando vocês começarem a ler, aprenderão o que ele diz. Vou ler um trechinho da palavra de Deus para vocês. Em Gênesis 1. 1: “No principio criou Deus os céus e a terra”.
Queco: Epa! Não é que esse livro é bom mesmo? Vem tudo escrito direitinho. Quando eu crescer, quero aprender tudinho.
Miloca: Fica quieto, Queco! Fala mais vovó, fala mais.
Zita: Foi Deus quem criou todas as coisas. Vou cantar primeiro uma canção, ouçam! (canta o corinho...quem fez as lindas estrelas?)
Queco e Miloca: Que linda canção!
Queco: Esse Deus é muito bom, eu gosto dEle!
Miloca: Como posso encontrar esse Deus, vovó?
Zita: Um dia, há muitos e muitos séculos, Deus enviou seu Filho, Jesus Cristo, para que através dEle nossos pecados fossem perdoados, Deus deu seu Filho para morrer na Cruz, a fim de que fôssemos salvos.
Queco: O que é pecado vovó?
Miloca: Você não sabe nada, hein, Queco!
Queco: Você também não sabe.
Miloca: Sei, sim!
Queco: Não sabe!
Miloca: Sei, sim. Pecado é roubar, matar, brigar, xingar e falar mentira.
Zita: Muito bem, Miloca, pecado é tudo aquilo que desagrada a Deus. Brigar também, Jesus está preparando um lugar muito especial para todos aqueles que o aceitarem como Salvador e reconhecerem que só Ele pode perdoar pecados. Somente esses vão encontrar com Deus no céu, um dia.
Miloca: Vovó, eu preciso que Jesus perdoe os meus pecados.
Queco: Eu também quero. Como posso dizer os meus pecados pra Jesus?
Zita: Jesus conhece o seu pecado. Ele sabe e vê tudo. Ele está aqui.
Queco e Miloca: Está aqui?????
Zita:  Sim. Ele está aqui. É como o vento. Nós não o vemos, mas sabemos que existe.a gente pode sentir. Portanto, para falar com Deus pode ser até em pensamentos. Jesus pode ler nossos pensamentos.Converse com Deus. Ele ouve os nossos pedidos. Confesse a Deus os seus pecados.
Queco: Então, eu não posso pecar nem no pensamento que Ele está vendo??
Zita: Pois é, até em pensamento a gente pode está pecando.
Queco: Vovó, eu tenho muito que pedir perdão a Jesus.
Miloca: Eu também estou precisando.
Zita: Que bom que vocês estão reconhecendo que são pecadores. No céu não vai entrar pecado nem pecador. Nosso coração tem que está branquinho, e só o sangue de Jesus pode limpá-lo.
Queco: Obrigada, vovó, vou agora mesmo para o meu quarto conversar com Deus e pedir – lhe perdão.
Miloca:  Eu também. Hoje nos fizemos uma grande descoberta.
Zita: Aprenderam, crianças? Então peça a Deus que limpe os seus coraçoezinhos. Tem um corinnho que fala assim:

Limpa o meu coração Jesus (5x) Limpa, limpa, limpa (bis) Limpa o meu coração

DESCONHEÇO A FONTE