quinta-feira, 7 de julho de 2016

Teatro com Fantoches - Achei a Felicidade



Achei a Felicidade

Teatro de fantoches - Achei a felicidade

BETO: Olá, Margarida! Não tenho visto você. 
MARGARIDA: Estava de castigo, não pude sair. 
BETO: De castigo? O que você andou aprontando Margarida? 
MARGARIDA: Eu não estudei para a prova e as minhas notas não foram boas. 
BETO: E quanto você tirou? 
MARGARIDA: Dez, sem o um na frente 
BETO: Dez?! Sem o um na frente? Então você tirou zero? 
MARGARIDA: Fala baixo, ninguém precisa saber. 
BETO: Margarida, seu pai tem razão. Você precisa estudar mais e brincar menos, senão vai ser pior. Voce não vai passar de ano. Cuidado, Margarida! 
MARGARIDA: É, eu já pensei nisso e me arrependi de não ter estudado. 
BETO: Margarida! 
MARGARIDA: O que é, Beto? 
BETO: Você viu? 
MARGARIDA: Você viu o quê, Beto? O quê? Fala logo! 
BETO: Você viu o circo que chegou na cidade? 
MARGARIDA: Eu não, mas escutei um barulho de bandas tocando. 
BETO: Foi o circo que chegou na cidade. 
MARGARIDA: Beto, escuta só! Você está escutando alguém chorando? (ALGUÉM CHORA POR TRÁS DO CENÁRIO) 
BETO: Estou, de onde vem este choro? Vamos ver? (BETO E MARGARIDA SE ABAIXAM, SAEM RAPIDAMENTE E ENTRA O PALHAÇO CHORANDO) 
PALHAÇO: Buá! Buá! Buá! (BETO E MARGARIDA FALAM JUNTOS: “UM PALHAÇO CHORANDO!”) 
BETO: Oh, seu palhaço! Por que você está chorando? 
MARGARIDA: Eu achava que palhaço não chorava, só fazia palhaçadas. 
BETO: O que houve? 
MARGARIDA: É, vamos! Fale, o que houve? Qual é o seu nome? 
PALHAÇO: Sabe o que é… eu consigo fazer todo mundo feliz, mas eu sou tão triste. Atrás desta máscara. eu escondo a minha Infelicidade. 
MARGARIDA: Acalme-se seu, seu.. 
PALHAÇO: Paçoca. meu nome é Paçoca, Todos me chamam assim. 
MARGARIDA: Acalme-se, Paçoca, nós estamos aqui e queremos ajudá-Io. 
BETO: Qual é o seu problema? 
PAÇOCA: Ninguém pode me ajudar, eu fui ao medico e ele me deu um bocado de remédios e não resolveu meu problema. Procurei um amigo, e todos estavam ocupados. Ninguém pode me ajudar! 
BETO: Por que você está doente? 
PAÇOCA: Não, não estou, tenho muita saúde 
MARGARIDA: Está precisando de dinheiro? 
PALHAÇO: Não, eu sou muito rico. 
BETO: Já sei é advogado! 
PAÇOCA: Não. Eu quero alegria e ninguém pode me dar nem ajudar. Se pelo menos eu pudesse comprar, mas nem isso posso. 
BETO E MARGARIDA: Ah! Então é fácil 
PAÇOCA: Fácil, como fácil? Vocês sabem de alguma solução? 
BETO: Puxa, eu estava pensando que fosse um problema grave. 
PAÇOCA: É grave, pois faço as pessoas sorrirem, se divertirem e no entanto, por trás da minha máscara, sou tão infeliz. 
BETO: É fácil, Paçoca, você só precisa conhecer uma pessoa muito especial que se chama Jesus. 
PAÇOCA: Jesus! 
MARGARIDA: É, Jesus! Ele é o Príncipe da Paz, é a alegria que você tanto procura. Ele é o nosso Salvador! Vou cantar uma música para você. Escuta só, Beto, Vamos cantar aquele carinho que fala assim. 
Cristo é realidade Cristo é realidade Ele não é sonho “: Ele é real 
Ele é a paz, a alegria, 
O amor, Ele é a vitória (bis) Estou falando de Jesus Cristo
PAÇOCA: Que lindo! E isso que eu preciso! Como posso vê-lo? Como posso falar com Ele? 
BETO: Agora você não pode ver, porque Ele é Espírito, “. mas voce pode falar com Ele, pois nos ouve, e tudo pode fazer por você. 
MARGARIDA: A Palavra de Deus fala assim em João .14.1: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus”, .e em João 14.14 nos diz: “Se pedirdes alguma coisa .em meu nome eu o farei”. 
BETO: Sabe, Paçoca, Ele é como o vento. A gente não pode ver o vento, mas pode sentir. 
MARGARIDA: Quando deixamos Jesus tomar conta de nossas vidas, Ele cuida de nós, nos livra do perigo e nos dá a paz que tanto precisamos. 
BETO: Paçoca faz uma experiência com Jesus. Passe a conversar com Ele e fale pra Jesus onde é a sua dor. Ele é o Médico dos médicos, o nosso advogado e o nosso melhor amigo. Nunca nos desampara e nunca está ocupado. 
MARGARIDA: Jesus ama você, Paçoca, e quer lhe dar a paz que tanto precisa. Deixa Ele tomar conta de você? 
PAÇOCA: Eu deixo, eu deixo! 
BETO: Então, abaixe sua cabeça, peça perdão por seus pecados e que Jesus tome conta de você. 
PAÇOCA: Tá bom! (OS TRÊS ABAIXAM A CABEÇA E FAZEM DE CONTA QUE ORAM) 
PAÇOCA: Puxa! Estou me sentindo bem, parece que alguma coisa me modificou. Estou sentindo uma paz… Estou alegre. 
BETO: Que bom! Você encontrou a felicidade. 
MARGARIDA: Paçoca, vou lhe dar esta Bíblia. Ela vai ensinar a você como chegar ao céu e ver Jesus face a face. 
BETO: Leia com atenção, pois aí tem resposta para tudo que você quiser. 
PAÇOCA: Obrigado, meus amigos! Eu encontrei a felicidade que tanto precisava. Vou ler a Bíblia agora mesmo. Tchau! Até breve! 
Margarida e Beto cantam:
A alegria está no coração, De quem já conhece a Jesus 
A verdadeira paz só tem aquele Que já conhece a Jesus 
O sentimento mais precioso Que vem do nosso Senhor É o amor que só tem 
Quem já conhece a Jesus

Fonte: http://estudoscristaos.com/

Teatro com Fantoches - Mentira

MENTIRA TEM PERNA CURTA

Mentira-teatro de fantoches

(Cláudia entra cantando)
CLÁUDIA:  Eu ganhei uma boneca. Que boneca linda! O nome dela é Belinha Ela é muito, ela é muito engraçadinha, ah!
BETO:  Oi, como você está alegre, Claudinha! Que boneca linda!
CLÁUDIA:  Eu ganhei hoje de presente de aniversário.
BETO:  Você faz aniversário hoje?
CLÁUDIA:  Não! Foi ontem.
BETO:  Puxa, que legal! Parabéns! Teve festa no seu aniversário?
CLÁUDIA:  Não. Meus pais não puderam fazer festa, mas estou feliz, porque eles me deram esta bonequinha.
BETO:  É bonita!
PITUCA:  Oi, Claudinha!
CLÁUDIA:  Oi, Pituca!
PITUCA:  Que boneca bonita, Claudinha!
CLÁUDIA:  Ganhei de aniversário.
PITUCA:  Parabéns! Eu queria ganhar uma boneca assim. Trouxe uma corda para a gente pular. Vamos brincar!
(Saem de cena para brincar)
NARRADOR:  E assim saíram para brincar de corda. Claudinha deixou sua bonequinha um pouquinho enquanto brincava com seus amigos. Pituca, vendo que Claudinha se distraíra, foi logo ao encontro da boneca, não resistindo em levá-la para casa, escondido de sua amiga. As horas se passaram, quando já cansados resolveram parar e ir embora. Então...
(Claudinha e Betinho entram procurando a boneca)
CLÁUDIA:  Betinho, cadê a Belinha? A minha bonequinha não está mais aqui!
BETO:  Você tem certeza que deixou aqui?
CLÁUDIA:  Claro, não se lembra? Antes da gente brincar.
BETO:  Deve ter caído.
CLÁUDIA:  Não, ela sumiu. Buá! Buá! Buá!
(Fala chorando)
PITUCA:  O que houve Claudinha? O que está acontecendo?
CLÁUDIA:  Você não viu a minha boneca?
PITUCA:  Eeeuuuuu, eu não Nem peguei!
CLÁUDIA:  Minha mãe vai ficar zangada comigo.
BETO:  Que pena! Mas quem será que pegou? Quem será esse ladrão?!
PITUCA:  Tchau, hein, crianças! Já está tarde, minha mãe está me chamando.
BETO:  Eu também já vou.
CLÁUDIA:  Minha mãe vai me bater.
NARRADOR:  Pituca, muito sem graça, sai apressada. Pudera, ela havia pego escondido a boneca de sua amiga... No dia seguinte... Acordou bem cedinho, pegou logo a bonequinha para brincar e correu para o quintal, onde seus pais não iriam vê-la com uma boneca que não era sua. Betinho resolveu ir à casa da Pituca levar a corda e convidá-la para brincar. A mãe de Pituca mandou que ele entrasse e fosse até o quintal, pois ela já estava brincando lá.
(Entra Pituca brincando com a boneca e cantando)
PITUCA:  Lá, lá, lã, eu agora também tenho uma bonequinha.
BETO:  Oi, Pituca!
(Pituca fica surpresa...)
PITUCA:  Oooi! Bebetinho, você aqui?
BETO:  Pituca! Então foi... foi você quem roubou a boneca da Claudinha!
PITUCA:  Ai, não fale assim Betinho, você é meu amigo, não é? Não fale nada a Claudinha, ta!
BETO:  O quê? Além de fazer uma coisa errada, você quer que eu fique quieto e não fale nada para ela? Você quer esconder esta coisa feia que você fez?
PITUCA:  A boneca é tão linda! Eu não tenho uma boneca, por isso quis ficar com ela.
BETO:  Esta boneca não lhe pertence, e as coisas não são assim. Você não tem uma agora, mas poderá ter. Roubar é pecado. Já pensou se você for presa?
PITUCA:  Presa? Eu? Deus me livre!
BETO:  Mentira tem perna curta! Os olhos de Deus estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons. Deus viu o que você fez e está muito triste.
PITUCA:  Puxa, eu não quero que Jesus fique triste. Ele não merece. Não tinha culpa nenhum e morreu por mim na cruz, só para me salvar.
BETO:  E agora você está jogando a sua salvação fora, porque Jesus não gosta do pecado. E, se você não se arrepender e pedir perdão a Deus, continuará com esse pecado.
PITUCA:  Eu estou arrependida. Preciso pedir perdão a Deus e a Claudinha. É, mentira tem perna curta! Mas estou com vergonha, Betinho.
BETO:  Vamos lá! Eu te ajudo, eu vou com você. É melhor você confessar o seu erro. Como você viverá com esse pecado?
PITUCA:  Ta bom, vamos!
(Saem de cena)
NARRADOR:  Pituca, muito triste e envergonhada, decide ir logo à casa de Claudinha devolver a boneca, junto com seu amigo Beto.
(Betinho e Pituca entram em cena e se encontram com Cláudia na casa dela)
CLÁUDIA:  OLÁ! Não posso sair, estou de castigo porque perdi a Belinha.
PITUCA:  Buá! Buá! Buá! Eu vim aqui por causa disso.
CLÁUDIA:  O que houve?
PITUCA:  Fui eu que peguei a bonequinha escondida.
CLÁUDIA:  Ora, então foi você?!
PITUCA:  Sim, perdoa-me Eu queria uma boneca. Não tenho nenhuma, por isso fiquei encantada com a sua e a levei para casa. Mas a mentira tem perna curta! Betinho chegou lá e me pegou no flagra. Eu me arrependi. Não quero perder a minha salvação. Pequei contra Deus e quero pedir perdão a você.
CLÁUDIA:  Ai! Que bom que a minha boneca apareceu! Não fique triste, Pituca, eu te perdoo, mas não faça mais isso. Quando você quiser um pouquinho, eu te empresto.
BETO:  Viu, Pituca, agora Jesus está feliz. Que bom! Não se esqueça de que os olhos do Senhor estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons.
CLÁUDIA:  Entrem! Vamos!
NARRADOR:  E assim aprendemos que a mentira tem perna curta e que não podemos esconder nada, pois Deus tudo vê. Pituca se arrependeu e Claudinha fez uma surpresa para PITUCA:  pediu a seus pais para comprarem uma boneca para ela no dia do seu aniversário. Ela ficou muito feliz! Como Jesus é bom!
Fonte: Web

Teatro com Fantoches - Perdão

Perdão


INÍCIO: MAGA JÁ ESTÁ EM CENA
MARIA LINGUARUDA:  Maga! Maga!
MAGA:  Oi Maria Linguaruda!
MARIA LINGUARUDA:   Que bom que encontrei você! Sabe pra quê?
MAGA:  Pra quê?
MARIA LINGUARUDA:   Porque estou morrendo de vontade de brincar! E não tenho amiguinho!
MAGA:  Então vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Ah, que bom, Maga!
MAGA:  Vamos convidar o Zé para brincar com a gente?
MARIA LINGUARUDA:   Isso! Vamos chamá-lo!
MAGA:  Sim!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:  Zé, Zé, Zé…
ZÉ:   Opa! Tô chegando meninas!
MARIA LINGUARUDA:   Oi Zé!
ZÉ:   O que vocês querem?
MAGA:  Vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Isso mesmo!
ZÉ:   Joia! Vou  brincar! Hoje eu to animado!
MAGA:  Que bom!
ZÉ:   Que tal a gente chamar o Gugu também?
MARIA LINGUARUDA:   Joia, ele vai ficar feliz!
TODOS:  Gugu, Gugu!
GUGU:  Eu não vou!
MAGA:  Não vem? Mas por quê?
GUGU:  Eu não vou não!
MARIA LINGUARUDA:   Mas porque Gugu? Vem aqui, nós queremos brincar com você!
GUGU:  Eu já falei que não vou!
ZÉ:   Ei cara, o que foi? Que bicho te mordeu, hein? Vem cara!
MAGA:  Mas porque você  não quer vir?
GUGU:  Eu to com vergonha!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:    Vergonha?
ZÉ:   Ué! Ele nunca foi envergonhado! Pelo contrário, ele é sem vergonha! Né meninas?
MAGA:  Oh Gugu! Vem cá!
MARIA LINGUARUDA:   Vem Gugu!
ZÉ:   Vem logo cara, se não eu vou te buscar aí embaixo!
GUGU:  Não, não precisa! Eu já vou! (aparece com o nariz coberto de esparadrapo)
MAGA:  Shi! O que foi que aconteceu com o seu nariz Gugu?
GUGU:  (chorando) Eu vou dizer o que aconteceu com o meu nariz, snif, snif. Sabe o que foi?
TODOS:  o quê?
GUGU:  Eu tava lá na escada, lendo um livrinho, aí, passou a Maria Linguaruda e “thcum”, pisou em cima do meu nariz!
MAGA e ZÉ:   Em cima do nariz?
MARIA LINGUARUDA:   Mas foi sem querer, Gugu!
GUGU:  E depois ela veio pedir perdão e eu já falei que não perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Eu já disse que foi sem querer!
GUGU:  Mas eu não perdoo.
ZÉ:   Calma gente!
MAGA:  Gugu, que feio! Você não quer perdoar mesmo?
GUGU:  Não! Já decidi! Não perdoo.
MAGA:  Gugu! Você Sabe o que a Bíblia diz sobre o perdão?
GUGU:  A Bíblia? Ele diz alguma coisa é?
MAGA:  Claro! A Bíblia diz quantas vezes nós devemos perdoar o próximo.
GUGU:  É mesmo?
ZÉ:   É mesmo cara! E sabe quanto é?
GUGU:  Na, na, não!
ZÉ:   É 70 vezes 7.
GUGU:  O quê?
ZÉ:   É 70 vezes 7.
MAGA:  É isso mesmo Gugu!
GUGU:  Oh! Você já imaginou o tamanho do meu nariz, se ela pisasse tantas vezes em cima dele?
MARIA LINGUARUDA:   Ah! Mas eu não ia pisar em cima dele!
GUGU:  Não perdoo, não perdoo.
MAGA:  Gugu, você sabe fazer a oração do Pai Nosso?
GUGU:  A oração do Pai Nosso?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Sei, sei sim!
MAGA:  Então faça uma vez!
GUGU:  Fazer agora?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Zé, se eu me engasgar um pouquinho, você me ajuda?
ZÉ:   Ei cara, você não sabe?
GUGU:  Chi… (Fala baixo, risadas). É que eu engasgo de vez em quando.
ZÉ:   Tá legal! Pode mandar que eu ajudo!
GUGU:  Então vamos lá! “Pai nosso… como no céu, é, é.
ZÉ:   O pão nosso de cara!
GUGU:  O pão nosso… Hoje, e, ah! Esqueci! Essa parte eu esqueci!
MAGA:  Mas essa é a parte mais importante!
GUGU:  Engraçado! Bem nessa parte eu vou esquecer (risadas envergonhadas).
ZÉ:   Mas eu não esqueci, e vou te ajudar! Perdoai…
GUGU:  Perdoai as nossas… Assim como perdoamos, churum, churum (fala rápido)
MARIA LINGUARUDA:   Nossa! Eu não entendi nada!
ZÉ:   Você parecia uma metralhadora, cara!
MAGA:  Oh, Gugu! Você tem que falar devagar.
GUGU:  Tá legal. Perdoai… Assim, churum, churum…
MAGA:  Gugu! Assim não vai dar! Pois você mesmo tem que entender aquilo que está falando!
GUGU:  É mesmo?
MARIA LINGUARUDA:   É, pode falar, que essa parte é a mais importante.
GUGU:  É…, perdoai… (voz de choro) assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
MAGA:  Pois é Gugu, como você quer que Deus te perdoe se você não perdoa a Maria Linguaruda? Deus está pronto para te perdoar!
GUGU:  Quer dizer que eu tenho que ir lá, dizer para ela que eu a perdoo?
ZÉ:   É claro, cara! Já ta demorando!
GUGU:  (Fala com Maria) Oi!
MARIA LINGUARUDA:   Oi
GUGU:  Eu queria falar com você!
MARIA LINGUARUDA:   É mesmo?
GUGU:  Não, dá eu não consigo!
ZÉ:   Vai lá cara, você não é homem?
GUGU:  Eu sou!
ZÉ:   Então cara, se você não vai com suas próprias forças, eu sei de alguém que pode te dar toda a força.
GUGU:  É? Quem?
ZÉ:   Esse alguém é Deus, e é só você pedir para ele, que ele te dá toda a força.
MAGA:  Isso Gugu, peça agora mesmo em oração!
GUGU:  Eu vou pedir agora mesmo! “Querido Jesus, eu quero pedir, que o Senhor me dê força para perdoar Maria Linguaruda, eu não estou conseguindo. Me ajude, amém”.
TODOS:  Amém
(Gugu se aproxima de Maria Linguaruda)
GUGU:  Maria!
MARIA LINGUARUDA:   Oi!
GUGU:  Eu te perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Mesmo?
GUGU:  Mesmo, mesmo, mesmo!
MARIA LINGUARUDA:   Ai que bom! (eles se abraçam)
GUGU:  Como é bom saber perdoar!
ZÉ:   É isso aí rapaz, parabéns!!!!
GUGU:  É, Deus me ajudou.
MAGA:  É muito importante a gente pedir perdão, mas é mais importante perdoar. Sabe, perdoar é esquecer e não olhar para trás, aquilo faz parte do passado agora.
MARIA LINGUARUDA:   E como a gente se sente feliz agora, né Gugu?
GUGU:  É verdade.
ZÉ:   Ei criançada, vamos cantar uma música?
MAGA:  Aquela música que diz: A melhor oração é o perdão.
“A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO (BIS)
SE TU PODES PERDOAR
TU PRECISAS ORAR
A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO”.
Obs.: Pode substituir por uma música de perdão já conhecida.
Fonte WEB

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Teatro com Fantoches - Obediência

A HISTÓRIA DA OBEDIÊNCIA



teatro de fantoches-Samuel
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Peça que pode ser apresentada com fantoches...
Narrador e Samuel falam sobre obediência

NARRADOR: Olá, crianças!!! Prestem muita atenção porque hoje vamos falar sobre obediência. E para isso vamos conversar com algumas pessoas que vieram para me ajudar a contar a história.

SAMUEL: (o narrador leva um susto) Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: Puxa! Que susto você me deu!
SAMUEL: Ah, desculpa, (tia Jeanne). Eu não queria assustar você!
NARRADOR: Tudo bem, já passou. Mas... quem é mesmo você?
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, não tá me reconhecendo, eu sou o Samuel. O Filho de Ana e Elcana! Lembrou?
NARRADOR: Ah... sim! Samuel, tô lembrada sim! Tudo bem com você Samuel?
SAMUEL: Tudo maneiro, tia Jeanne.
NARRADOR: Bem, Samuel, agora você pode falar novamente com as crianças!
SAMUEL: Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: (leve as crianças a responder a saudação do fantoche)
SAMUEL: Quanta criança bonita, hein tia Jeanne?
NARRADOR: É verdade, Samuel, essa crianças são bonitas e também abençoadas!
SAMUEL: Que bênção, hein!
NARRADOR: Samuel, me diga uma coisa.
SAMUEL: O que é, tia Jeanne?
NARRADOR: Samuel, sabe que um dia eu li a sua história na bíblia?
SAMUEL: É mesmo, tia Jeanne! A minha história tá na bíblia sim. Mas o que foi que você leu sobre mim, tia Jeanne?
NARRADOR: Ah... eu li uma coisa muito interessante. Eu li que seu pai e sua mãe queriam muito ter um bebê e que oraram muito a Deus pra você nascer, é verdade, Samuel?
SAMUEL: É verdade sim! É verdade sim! Minha mãe orou e disse que se Deus lhe desse um filho, ela o consagraria e o entregaria no altar de Deus.
NARRADOR: Ah, então sua mãe orou ao Senhor porque ela queria ficar grávida? (chegando mais perto de Samuel) E Deus ouviu a oração dela?
SAMUEL: É claro, né tia Jeanne. Olha eu aqui!
NARRADOR: Ah... (ops), é claro! É mesmo, você está aí!!! Você é a prova de que Deus ouviu a oração de Ana.
SAMUEL: (balança a cabeça várias vezes pra concordar)
NARRADOR: E porque Deus respondeu a oração de sua mãe, ela cumpriu o voto que fez, não é isso, Samuel?
SAMUEL: É isso mesmo, tia Jeanne. E o voto era que ela me deixaria no templo pra ficar junto do sacerdote Eli para aprender mais sobre Deus.
NARRADOR: É mesmo (pausadamente), Samuel?
SAMUEL: Isso, isso, isso!
NARRADOR: E... Samuel... (pausa com possível desconfiança).... Me diga uma coisa aqui. (chega bem perto do Samuel)
SAMUEL: (Se inclina para o narrador)
NARRADOR: Quando sua mãe disse que você tinha que ficar lá com o sacerdote Eli... você ... você, assim... você...
SAMUEL: Pode falar tia Jeanne!
NARRADOR: Você obedeceu?
SAMUEL: Sabe tia Jeanne, eu decidi uma coisa na minha vida.
NARRADOR: E o que foi que você decidiu, Samuel?
SAMUEL: Eu decidi que quero ser sempre obediente.
NARRADOR: É mesmo, Samuel? Mas isso é uma coisa muito boa!!! Parabéns, viu!!!???
SAMUEL: O... tia Jeanne.
NARRADOR: O que foi, Samuel?
SAMUEL: Será... que essas crianças que estão aqui são todas obedientes?
NARRADOR: Eu não sei, não. Mas... pergunte pra elas, ué!
SAMUEL: Posso perguntar, tia Jeanne?
NARRADOR: Pode sim Samuel.
SAMUEL: Crianças, vocês são obedientes? (pausa) Quem é criança obediente aqui levanta a mão!
NARRADOR: Olha, Samuel, viu quanta criança aqui é obediente?
SAMUEL: Vi sim, tia Jeanne. Isso é muito bom.
SAMUEL: Mas tia Jeanne, eu conheci filhos desobedientes.
NARRADOR: É mesmo Samuel? E quem são esses filhos desobedientes?
SAMUEL: Ah, vou dizer o nome deles: é Hofni e Finéias.
NARRADOR: Ah... sei. Sei sobre eles.
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, conta para as crianças sobre eles, conta. Vou ali e já volto. Quando você terminar de contar eu volto, ta?!
NARRADOR: Tá bom, Samuel, eu vou contar.
SAMUEL: Fica balançando a cabeça de vez em quando para concordar com a história que está sendo narrada.
NARRADOR: Sabe crianças, existiram duas crianças na bíblia chamadas Hofni e Finéias. Como era o nome delas? ... ... Muito bem! Essas crianças não foram obedientes ao seu pai. Eles desobedeciam, eles faziam coisas erradas, eles falavam palavrões, ... E sabe o que aconteceu? Elas não viveram muito tempo.
SAMUEL: Que pena!!!
NARRADOR: É. Que pena mesmo, não é Samuel? Mas você sabe que eles morreram porque não foram obedientes? É isso mesmo. Quem não é obediente pode morrer cedo, sabia.
Mas ninguém precisa ficar preocupado, é só ser obediente, não é mesmo?!
NARRADOR: O nosso amigo aqui, o Samuel da bíblia, ele sempre foi obediente ao sacerdote Eli, aos seus pais e também a Deus. Não é Samuel?
SAMUEL: Só balança a cabeça confirmando.
NARRADOR: Então...
MÃE: (voz oculta) Samuel! Samuel!!
SAMUEL: Hi, tia Jeanne, preciso ir, minha mãe tá me chamando. E como eu sou obediente, eu vou rapidinho. Tchau criançada! Até a próxima!!!! FUI!!!
NARRADOR: Vamos dar tchau pro Samuel crianças? Tchau!!!!!!!!
NARRADOR: Viu pessoal como o Samuel é obediente? E por ser obediente, ele agradou muito ao Senhor!
NARRADOR: Não sejam como aqueles dois irmãos, Hofni e Finéias que foram desobedientes. Seja como Samuel.
Fonte WEB

Fantoches- Como confeccionar

Confeccionando fantoches