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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Teatro com Fantoches - Perdão

Perdão


INÍCIO: MAGA JÁ ESTÁ EM CENA
MARIA LINGUARUDA:  Maga! Maga!
MAGA:  Oi Maria Linguaruda!
MARIA LINGUARUDA:   Que bom que encontrei você! Sabe pra quê?
MAGA:  Pra quê?
MARIA LINGUARUDA:   Porque estou morrendo de vontade de brincar! E não tenho amiguinho!
MAGA:  Então vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Ah, que bom, Maga!
MAGA:  Vamos convidar o Zé para brincar com a gente?
MARIA LINGUARUDA:   Isso! Vamos chamá-lo!
MAGA:  Sim!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:  Zé, Zé, Zé…
ZÉ:   Opa! Tô chegando meninas!
MARIA LINGUARUDA:   Oi Zé!
ZÉ:   O que vocês querem?
MAGA:  Vamos brincar!
MARIA LINGUARUDA:   Isso mesmo!
ZÉ:   Joia! Vou  brincar! Hoje eu to animado!
MAGA:  Que bom!
ZÉ:   Que tal a gente chamar o Gugu também?
MARIA LINGUARUDA:   Joia, ele vai ficar feliz!
TODOS:  Gugu, Gugu!
GUGU:  Eu não vou!
MAGA:  Não vem? Mas por quê?
GUGU:  Eu não vou não!
MARIA LINGUARUDA:   Mas porque Gugu? Vem aqui, nós queremos brincar com você!
GUGU:  Eu já falei que não vou!
ZÉ:   Ei cara, o que foi? Que bicho te mordeu, hein? Vem cara!
MAGA:  Mas porque você  não quer vir?
GUGU:  Eu to com vergonha!
MARIA LINGUARUDA e MAGA:    Vergonha?
ZÉ:   Ué! Ele nunca foi envergonhado! Pelo contrário, ele é sem vergonha! Né meninas?
MAGA:  Oh Gugu! Vem cá!
MARIA LINGUARUDA:   Vem Gugu!
ZÉ:   Vem logo cara, se não eu vou te buscar aí embaixo!
GUGU:  Não, não precisa! Eu já vou! (aparece com o nariz coberto de esparadrapo)
MAGA:  Shi! O que foi que aconteceu com o seu nariz Gugu?
GUGU:  (chorando) Eu vou dizer o que aconteceu com o meu nariz, snif, snif. Sabe o que foi?
TODOS:  o quê?
GUGU:  Eu tava lá na escada, lendo um livrinho, aí, passou a Maria Linguaruda e “thcum”, pisou em cima do meu nariz!
MAGA e ZÉ:   Em cima do nariz?
MARIA LINGUARUDA:   Mas foi sem querer, Gugu!
GUGU:  E depois ela veio pedir perdão e eu já falei que não perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Eu já disse que foi sem querer!
GUGU:  Mas eu não perdoo.
ZÉ:   Calma gente!
MAGA:  Gugu, que feio! Você não quer perdoar mesmo?
GUGU:  Não! Já decidi! Não perdoo.
MAGA:  Gugu! Você Sabe o que a Bíblia diz sobre o perdão?
GUGU:  A Bíblia? Ele diz alguma coisa é?
MAGA:  Claro! A Bíblia diz quantas vezes nós devemos perdoar o próximo.
GUGU:  É mesmo?
ZÉ:   É mesmo cara! E sabe quanto é?
GUGU:  Na, na, não!
ZÉ:   É 70 vezes 7.
GUGU:  O quê?
ZÉ:   É 70 vezes 7.
MAGA:  É isso mesmo Gugu!
GUGU:  Oh! Você já imaginou o tamanho do meu nariz, se ela pisasse tantas vezes em cima dele?
MARIA LINGUARUDA:   Ah! Mas eu não ia pisar em cima dele!
GUGU:  Não perdoo, não perdoo.
MAGA:  Gugu, você sabe fazer a oração do Pai Nosso?
GUGU:  A oração do Pai Nosso?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Sei, sei sim!
MAGA:  Então faça uma vez!
GUGU:  Fazer agora?
MAGA:  É Gugu!
GUGU:  Zé, se eu me engasgar um pouquinho, você me ajuda?
ZÉ:   Ei cara, você não sabe?
GUGU:  Chi… (Fala baixo, risadas). É que eu engasgo de vez em quando.
ZÉ:   Tá legal! Pode mandar que eu ajudo!
GUGU:  Então vamos lá! “Pai nosso… como no céu, é, é.
ZÉ:   O pão nosso de cara!
GUGU:  O pão nosso… Hoje, e, ah! Esqueci! Essa parte eu esqueci!
MAGA:  Mas essa é a parte mais importante!
GUGU:  Engraçado! Bem nessa parte eu vou esquecer (risadas envergonhadas).
ZÉ:   Mas eu não esqueci, e vou te ajudar! Perdoai…
GUGU:  Perdoai as nossas… Assim como perdoamos, churum, churum (fala rápido)
MARIA LINGUARUDA:   Nossa! Eu não entendi nada!
ZÉ:   Você parecia uma metralhadora, cara!
MAGA:  Oh, Gugu! Você tem que falar devagar.
GUGU:  Tá legal. Perdoai… Assim, churum, churum…
MAGA:  Gugu! Assim não vai dar! Pois você mesmo tem que entender aquilo que está falando!
GUGU:  É mesmo?
MARIA LINGUARUDA:   É, pode falar, que essa parte é a mais importante.
GUGU:  É…, perdoai… (voz de choro) assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
MAGA:  Pois é Gugu, como você quer que Deus te perdoe se você não perdoa a Maria Linguaruda? Deus está pronto para te perdoar!
GUGU:  Quer dizer que eu tenho que ir lá, dizer para ela que eu a perdoo?
ZÉ:   É claro, cara! Já ta demorando!
GUGU:  (Fala com Maria) Oi!
MARIA LINGUARUDA:   Oi
GUGU:  Eu queria falar com você!
MARIA LINGUARUDA:   É mesmo?
GUGU:  Não, dá eu não consigo!
ZÉ:   Vai lá cara, você não é homem?
GUGU:  Eu sou!
ZÉ:   Então cara, se você não vai com suas próprias forças, eu sei de alguém que pode te dar toda a força.
GUGU:  É? Quem?
ZÉ:   Esse alguém é Deus, e é só você pedir para ele, que ele te dá toda a força.
MAGA:  Isso Gugu, peça agora mesmo em oração!
GUGU:  Eu vou pedir agora mesmo! “Querido Jesus, eu quero pedir, que o Senhor me dê força para perdoar Maria Linguaruda, eu não estou conseguindo. Me ajude, amém”.
TODOS:  Amém
(Gugu se aproxima de Maria Linguaruda)
GUGU:  Maria!
MARIA LINGUARUDA:   Oi!
GUGU:  Eu te perdoo!
MARIA LINGUARUDA:   Mesmo?
GUGU:  Mesmo, mesmo, mesmo!
MARIA LINGUARUDA:   Ai que bom! (eles se abraçam)
GUGU:  Como é bom saber perdoar!
ZÉ:   É isso aí rapaz, parabéns!!!!
GUGU:  É, Deus me ajudou.
MAGA:  É muito importante a gente pedir perdão, mas é mais importante perdoar. Sabe, perdoar é esquecer e não olhar para trás, aquilo faz parte do passado agora.
MARIA LINGUARUDA:   E como a gente se sente feliz agora, né Gugu?
GUGU:  É verdade.
ZÉ:   Ei criançada, vamos cantar uma música?
MAGA:  Aquela música que diz: A melhor oração é o perdão.
“A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO (BIS)
SE TU PODES PERDOAR
TU PRECISAS ORAR
A MELHOR ORAÇÃO É O PERDÃO”.
Obs.: Pode substituir por uma música de perdão já conhecida.
Fonte WEB

terça-feira, 10 de novembro de 2015

A Parábola do Filho Pródigo

O FILHO PRÓDIGO (Lucas 15. 11-32)   

Certo homem tinha dois filhos. O mais novo deles disse ao pai : Pai, quero a minha parte da herança. E ele repartiu sua propriedade. 
O FILHO PRÓDIGO

Passados não muitos dias, o filho mais novo, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá desperdiçou  todos os seus bens, vivendo irresponsavelmente. Depois de ter gasto tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi empregar-se a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos cuidar dos porcos.
Ali, desejava ele comer da lavagem que os porcos comiam; mas ninguém  lhe dava nada.
Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm  pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai pequei contra o céu e diante de ti;  já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores;  E, levantando-se , foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
O FILHO PRÓDIGO - história bíblica


E o filho lhe disse : Pai, pequei contra o céu e diante de ti ; já não sou digno de ser chamado teu filho.-
 O pai, porém, disse aos seus servos:
Tragam depressa a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e sandálias em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar - nos. Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a alegrar-se.
A Parábola do Filho Pródigo

Ora, o filho mais velho estava no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.  E ele informou: veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho gordo, porque o recuperou com saúde.
Ele ficou com muita raiva e não queria entrar, saindo, porém, o pai procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos  que te sirvo sem jamais desobedecer a uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; Vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com mulheres, tu mandaste matar para ele um novilho gordo!

Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, porque esse  teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.  

O Filho Pródigo - Vídeos











quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Atividade Bíblica - Davi e Saul

       Aprendendo a Perdoar
Atividade Bíblica - Davi e Saul

Davi e Saul

Aprendendo a perdoar


Texto Bíblico: 1 Samuel 26.1-25
Aprendendo a Bíblia: "Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos
as pessoas que que nos ofenderam".   Mateus 6.12

Contando a História:
Davi

   O rei Saul perseguia a Davi. E Davi continuava  prometendo não o ferir. 
Davi perdoava as maldades do rei. Ele respeitava o malvado Saul. Mas o rei queria matá-lo mesmo assim.
Rei Saul

   Certo dia, Davi e um jovem chamado Abisai entraram escondidos no acampamento de Saul. lá estava o rei dormindo com sua lança e um jarro de água ao seu lado. Abisai queria matar Saul.  

Davi e Abisai

Ele disse: Deus te entregou hoje nas mãos o teu inimigo; deixa-me, pois, agora matá-lo. mas Davi não permitiu. Disse Davi a Abisai: Não lhe faça nem um mal; porque quem estendeu a sua mão contra o ungido do Senhor, e ficou inocente? Disse mais Davi: Vive o Senhor que o Senhor o ferirá, ou o seu dia chegará em que morra, ou descerá para a batalha e perecerá.O Senhor me guarde, de que eu estenda a mão contra o ungido do Senhor. Em vez disso, Davi, silenciosamente, pegou a lança do rei e jarro de água, e partiu. Davi sabia perdoar.

Davi e Saul

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Vamos colorir - Atividade bíblica de José

Vamos colorir - Atividade bíblica de José

José e o perdão - Atividade de interpretação

José e o perdão - Atividade de interpretação

Atividade bíblica - José e o perdão

Atividade bíblica - José e o perdão

José e o Perdão

O amigo de Deus sabe perdoar

Leitura Bíblica: Gênesis 37,39,40,41,42,43 e 44
Para Memorizar: " [...]Nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam." Mateus 6.12

Contando a história:

José era um menino que amava muito a Deus. 
Certo dia, seu pai lhe deu uma linda túnica de presente.
José e a túnica

Os seus irmãos não gostavam muito dele e o venderam a uns viajantes para ser escravo em um lugar bem longe da sua casa.
José é vendido

O tempo passou e um dia, os irmãos de José apareceram diante dele. E agora? José iria se vingar? Nada disso. José os perdoou durante o jantar que preparou para eles. Ele sabia que para ser amigo de Deus precisava perdoar seus irmãos.
José e seus irmãos



segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O credor incompassivo - Atividade 7 diferenças

O credor incompassivo - 7 diferenças

O Servo Ingrato

O foco desta parábola que é encontrada em Mateus 18:21-35 é o perdão. É dado o exemplo de um rei que foi piedoso com seu servo, e este servo não mostrou piedade com seu conservo, fazendo indignar-se outros conservos e o rei.

Hora da História:
Um dia Pedro preocupado chegou perto de Jesus e perguntou: – Senhor, quantas vezes devo  perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes?
-Não! – respondeu Jesus. – Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta vezes sete, ou seja 490 vezes! – E Jesus estava se referindo a uma mesma ofensa. Ou seja que por dia a gente deve perdoar infinitamente.
Talvez Jesus, vendo a cara de assustado de Pedro, contou uma parábola para que ele pudesse compreender a importância e as conseqüências de não perdoar.

História bíblica - O credor incompassivo

Certo homem devia uma grande soma de dinheiro ao rei. Um dia, quando o rei estava examinado suas contas, notou o nome desse homem que lhe devia muito, muito dinheiro e mandou chamá-Io. 
O rei então disse ao homem:


- Veja essas contas, a sua dívida está muito grande. Já ultrapassa a dois milhões de moedas de prata.
O empregado, humildemente, explicou:
- Meu rei, perdoe-me, mas eu não tenho dinheiro suficiente para lhe pagar!
O credor incompassivo - História bíblica

E o rei lhe respondeu:
- Que sejam vendidos os seus filhos e a sua esposa como escravos, sua casa e tudo o que você tem para que possa pagar o que me deve!
O homem, muito assustado, ajoelhou-se diante do rei e disse:
- Tenha paciência comigo, meu Senhor, e eu lhe pagarei tudo!
O rei, sabendo que o homem não tinha como pagar uma dívida tão grande nem que vendesse tudo, esposa, filhos, casa, enfim, tudo o que possuía, teve pena dele e o perdoou.
- Vá, em paz, para a sua casa, disse o rei. - Eu vou perdoar a sua dívida. Não se preocupe. Você não me deve mais nada!
O empregado levantou-se feliz. Saiu da presença do rei e foi para casa para contar o que havia acontecido.
No caminho de casa, ele encontrou um amigo de trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou este companheiro pelo pescoço, sacudiu-o e disse:
Pague o que me deve!
O servo ingrato - História bíblica

Então o seu companheiro ajoelhou-se ali na rua mesmo, diante dele e suplicou:
- Tenha paciência comigo, aguarde um pouco e eu lhe pagarei tudo!
Esse homem, porém, não concordou. Mandou pôr o companheiro na cadeia até que ele arrumasse o dinheiro para pagar a dívida.
Quando os outros empregados viram o que esse homem havia feito, ficaram muito revoltados e foram contar ao rei. O rei, indignado, mandou chamar aquele empregado e lhe disse:
- Você é um empregado mau! Você me devia milhões em prata. Pediu que eu tivesse misericórdia de você e eu lhe perdoei tudo o que você me devia. Da mesma maneira, você deveria ter pena do seu companheiro que lhe devia apenas cem moedas de prata.
O rei ficou muito zangado e mandou o servo ingrato para a prisão a fim de ser castigado até que pagasse a dívida, como ele havia feito com o seu companheiro.
 História bíblica - O servo ingrato

Jesus terminou de contar essa história dizendo:
- É isso que o Meu Pai, que está no Céu, vai fazer com vocês, se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão. 



Jesus nesta parábola ensina que o perdão divino, embora seja concedido graciosamente ao pecador arrependido, é, também, ao mesmo tempo condicional, de conformidade com a disposição do indivíduo, de perdoar ao seu próximo. Por isso, uma pessoa pode ficar sem perdão divino por ter um coração cheio de amargura, que não perdoa ao próximo.  

Perdão - Dinâmicas

Perdoando o irmão


ACRÓSTICO

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Leve folhas de papel e lápis para a sala de aula. Separe a turma em duplas. Cada dupla deve elaborar um acróstico baseado na palavra PERDÃO, sintetizando em uma frase curta as principais lições aprendidas na aula. Em um acróstico, a primeira letra de cada linha compõe a palavra-chave.
Ex:
Perdoar para ser perdoado
Ensinar o perdão
Reconciliar-se com o ofendido
Desejar o perdão
Amar a quem nos tem ofendido
Orar por aqueles que nos maltratam


PERDOANDO QUEM TE MAGOOU 
Texto Bíblico: Mateus  6. 14 e 15

Objetivo: Reconhecer a importância e a necessidade de perdoarmos a quem nos ofende.

Material
: Pedrinhas médias, ou bolas de pingue-pongue da mesma quantidade que o número de participantes.

Tempo: 10 minutos
Procedimento:

Entregue uma pedrinha a cada aluno. Explique que a pedrinha foi atirada neles por alguém e decidiram guardar a pedra para devolvê-la quando tiverem oportunidade. Deverá ficar com ela nas mãos, não soltar para nada, enquanto não devolver.
A seguir peça aos alunos que realizem atividades diversas:
 - bater palmas;
- fazer um círculo;
- brincar de batata-quente;
 - fazer de conta que estão enviando uma mensagem pelo celular ou fazendo as tarefas da escola, etc.
A seguir questione se eles sentiram-se incomodados ao realizar as atividades com a pedrinha na mão. Não teria sido melhor realizar as atividades com as mãos livres? E se a pessoa que atirou nunca mais aparecer?
Agora peçam a eles imaginarem que a pedra é uma ofensa ou mágoa que não foi perdoada por eles.
Questione:
- Uma mágoa, uma ofensa atrapalha a vida de quem a carrega?
- O que acontece quando não perdoamos?
-  Quando não liberamos perdão a uma pessoa (quando não largamos a pedra) quem mais sofre? Quem fica mais incomodado?
- Como e quando perdoar?
- A quem perdoar? 
Repita as atividades acima só que agora sem a pedra nas mãos para que percebam a diferença. Explicar que quando liberamos o perdão a alguém nos sentimos livres e mais leves.

Dinâmica: Abrindo o Coração
Objetivo: 
Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão.
Material: 
01 chave de metal ou confeccionada de cartolina com tamanho ampliado.
Procedimento:
- Apresentem a chave e perguntem aos alunos: Para que serve uma chave?
- Aguardem as respostas. Normalmente, apenas é mencionado o ato de abrir, porém não se esqueçam que também a chave é utilizada para fechar.
- Falem que o perdão pode ser comparado a uma chave.
- Perguntem: O que a perdão pode abrir ou fechar?
Exemplos:
Abrir: reatar amizade, alívio de um peso, sentimento de liberdade, perdão de Deus, alegria etc.
Fechar: espaço para brigas, amarguras, ressentimentos, doenças, mente tranqüila etc.
- Para finalizar, leiam Mc 11.25 e 26.



Dinâmica: Enchendo meu copo
Objetivo:
Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão, tanto na vertical como na horizontal.
Material didático:
Um copo com água
Uma bacia tamanho médio
Um vasilhame cheio de água (que pegue em média dois litros de água)
Um pouco de suco em pó
Um pouco de café em pó
Atividade didática:
Apresente o copo com água limpa e diga que ele representa o ser humano criado por Deus: Limpo sem nenhuma mancha ou sujeira. Mas diga que a medida que vamos crescendo e nos envolvendo com este mundo vamos perdendo nossa pureza espiritual pois vamos deixando o espaço do copo com água ser ocupado também com sujeiras (coloque um pouco de suco em pó e depois de café) pois vamos abrindo espaço para o pecado, brigas, amarguras, intrigas, falta de perdão etc. Agora pergunte: E agora o que fazer quando perdemos nossa pureza? Diga: Existe solução. Vá derramando a água do vasilhame grande dentro do copo até a água do vasilhame acabar. A medida que você for derramando a água no copo, sua água voltará a ficar limpa. No momento em que for enchendo o copo diga: Precisamos permitir que Deus encha a cada dia a nossa vida, Cada vez que o Senhor vai nos enchendo a sujeira do pecado, amarguras, ressentimentos, intrigas, angústias, mágoas, falta de perdão, etc.  O copo enchendo represente o cristão recebendo o perdão de Deus e ao mesmo tempo recebendo a capacitação divina para perdoar aquele que nos ofendeu e nos magoou. Explique que assim como as pessoas nos ofendem, nós também algumas vezes ofendemos as pessoas, por isso precisamos nos perdoar mutuamente.
Ofereça o seu perdão as pessoas da mesma forma como Deus ofereceu o seu perdão a você. Col. 3.13 diz: suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.
Encerre a dinâmica ministrando uma oração aos seus alunos sobre perdão.


Dinâmica: O Lápis, o Apontador e a Borracha
Objetivo:
 Refletir sobre a conduta do cristão.
Material:
01 cópia do texto “A História do Lápis” para cada aluno
01 lápis grafite, 01 apontador e 01 borracha, ¼ de folha de papel ofício para a avó
Procedimento:
1 - Distribuam uma cópia do texto  “A História do Lápis” para cada aluno.
2 - Façam a leitura do texto de forma dialogada, para isto escolham 03 pessoas para fazerem o papel da avó, do menino e o narrador.
3 - Forneçam uma folha de papel e 01 lápis grafite para a “avó” que deve estar sentada, escrevendo a carta. O “menino” deve ficar perto da “avó”.
4 – Os “atores” devem realizar as ações do texto, por exemplo:
 A avó passa o lápis para o neto.
Mostrar o apontador, a borracha, o grafite e as marcas do papel.
5 – Agora, depois destes passos organizados, façam a leitura do texto:


A História do Lápis
“O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou
- E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.
                                                                                                                  Autor desconhecido.


6 - Reflitam com os alunos sobre os 05 ensinamentos do lápis, relacionando-os com o tema do perdão.
Uma mão que guia – Deus
Usar o apontador – as dificuldades
Usar a borracha – apagar os erros
O grafite – o que está dentro da gente
As marcas no papel – as conseqüências dos nossos atos
Quando cometemos falhas, podemos usar a “borracha” para consertar os erros, pedindo desculpas, tendo cuidado para não errar novamente. Mesmo apagando com a borracha, pedindo perdão ou perdoando, lembrem-se de que as marcas ficam, pois as situações do passado não podem ser apagadas, sofremos e fazemos outras pessoas sofrerem (o apontador), mas no presente podemos ter atitudes positivas, valorizando o que temos internamente (o grafite), aquilo que aprendemos da Palavra de Deus, dos nosso pais, quanto a nossa conduta e relacionamentos.



 A FALTA DE PERDÃO AZEDA A VIDA
Material: Limonada sem açúcar: (copos); colherinhas e açúcar.
Desenvolvimento: Oferecer um copo de limonada sem açúcar para os participantes, e levá-los a experimentar o suco. Comentar como está sendo desagradável tomar aquele suco amargo. Oferecer a seguir o açúcar que será acrescentado a critério de cada um dentro de sua necessidade.
Moral: Quando nós deixamos de perdoar alguém nos tornamos pessoas amargas como este 1° suco, mas quando liberamos o perdão é como o açúcar na limonada, fica muito bom, a vida volta a ter um sabor diferente.




O homem que não sabia perdoar - Atividade Bíblica

O credor incompassivo - Atividade

Perdão - Histórias Bíblicas

“perdoando-vos uns aos outros como, também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4.32)